CDS diz que "inspira simpatia, confiança e seriedade"
Já em contagem decrescente para o final da campanha eleitoral, tendo em vista as eleições europeias, de domingo próximo, a candidata do CDS mostrou-se "confiante" na obtenção de num bom resultado eleitoral e baseia a sua confiança no apoio que diz "sentir na rua". Margarida Pocinho, a madeirense que integra, na 5.ª posição, a lista dos centristas, confidenciou aos jornalistas que algumas pessoas expressaram a intenção de "votar no CDS", porque, acrescentou, o partido "inspira simpatia, confiança e seriedade", acrescentando que algumas pessoas se referiram aos passes sociais e ao Estatuto do Cuidador como resultado de um "trabalho sério e pragmático" do partido. A candidatura do CDS tem privilegiado o contacto direto com as populações. Percorreu já todos os concelhos da Região (esta quarta-feira estará no Porto Santo) e nalguns casos duas vezes o mesmo concelho. Explica a importância dos fundos comunitários no desenvolvimento económico e social da Região para acabar a apelar às pessoas para irem votar, para derrotar a elevada abstenção. A jornada desta terça-feira desenrolou-se pelas zonas Altas do Funchal. Margarida Pocinho, sempre acompanhada do líder do CDS, Rui Barreto, dos deputados José Manuel Rodrigues e Roberto Rodrigues, e de dirigentes da concelhia do CDS Funchal contactaram as populações de Três Paus à Viana e das Courelas.  Com o Dia do Empresário na agenda regional, Margarida Pocinho centrou as atenções na necessidade de a União Europeia reforçar os fundos comunitários para as Regiões Ultraperiféricas. "Os apoios à exportação têm de entrar na agenda dos assuntos europeus", defendeu a candidata. "Os nossos empresários precisam de ajudas para o transporte dos nossos produtos para o continente europeu, tal como as Canárias têm a 100%. Nós também gostaríamos de pelo menos ficar empatados com eles para podermos concorrer de igual por igual. Existe, por outro lado, o POSEI Produção e o POSEI abastecimento, e nós entendemos que devemos apoiar muito mais a produção regional e não tento a importação de produtos. Depois, há o mar. Temos de olhar para o desenvolvimento da economia do mar. Não estamos a aproveitar bem todos os apoios que existem, quer para a renovação da frota, quer para aumentar as nossas quotas de pescado artesanal, sustentável, não poluente". A candidata madeirense na lista de Nuno Melo diz que uma vez resolvidas as questões elencadas, "promove-se um maior desenvolvimento económico e por via disso criamos mais emprego", notou, virando as atenções para a qualificação. "Precisamos de requalificar os nossos recursos humanos na área da educação, da ciência e da inovação, aliando os apoios que existem para estudos na área do mar, da agricultura e do turismo, o nosso grande cluster que chama os nossos visitantes, mas o turismo só é sustentável com uma paisagem que é única, com os nossos poios requalificados com a ajuda de um regime específico e uma economia do mar sustentável", concluiu. 
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Fonte: Jornal de Madeira

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