Secretaria da Saúde contraria dados da CMF e diz que actividade do 'aedes aegypti' em 2016 foi menor do que em 2012
As estruturas da SRS e autarquias devem, “a nível das áreas predominantemente urbanas e medianamente urbanas, recolher informação sobre os ecossistemas e habitats em risco elevado de proliferação de vectores, cruzando essa informação com o programa de vigilância do vector ‘aedes aegypti’, na alçada do IASAÚDE, e implementar acções de controlo físico e ambiental deste vector. As autarquias, para além das acções anteriormente referidas, trabalham em estreita ligação com as autoridades de saúde”.
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Fonte: Diário de Notícias da Madeira

2017-04-28 06:58:45
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