Preço das casas na Madeira sobe 3,7% durante o primeiro trimestre de 2019
O preço da habitação na Madeira registou uma subida de 3,7% durante o primeiro trimestre de 2019, situando-se em 1.493 euros/m2, segundo o índice de preços do idealista. Dos 9 municípios analisados, Santana foi o que apresentou a maior subida (8,1%), seguido por Ponta do Sol (5,2%), Calheta (4,4%) e Machico (2,2%). Por outro lado, Ribeira Brava e Câmara de Lobos apresentaram descidas de 1,6% e 0,1%, respetivamente. O Funchal apresentou um aumento de 2,1%, com o preço do metro quadrado a ascender a 1.747 euros. As freguesias mais caras para comprar casa no Funchal são São Gonçalo (2.398€/m2), Sé (2.153€/m2) e São Martinho (1.934€/m2). Por outro lado, as mais baratas são Monte (1.162€/m2), Santo António (1.372€/m2) e São Roque (1.409€/m2). No Porto Santo, os preços subiram 3,2%, com o preço do metro quadrado a fixar-se nos 1.187€. Em comparação com o resto do país, a habitação registou uma subida de 3,3% durante o mesmo período, situando-se em 1.849 euros/m2. Todas as regiões assistiram a um aumento de preços em termos trimestrais, com exceção do Centro e da Região Autónoma dos Açores, que apresentaram uma descida de 4,7% e 5,7%, respetivamente. Destaque para a região Norte, que viu os preços crescerem 4,6%. Seguem-se, por esta ordem, Madeira (3,7%), Área Metropolitana de Lisboa (2,8%), Algarve (0,6%) e Alentejo (0,5%). A Área Metropolitana de Lisboa com 2.637 euros/m2 continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve onde custa 2.072 euros/m2, Norte (1.512 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.493 euros/m2). Do lado oposto da tabela, encontra-se a Região Autónoma dos Açores (849 euros/m2), o Centro (981 euros/m2) e Alentejo (1.026 euros/m2), como as regiões mais baratas. Os preços subiram em 15 distritos – entre 24 analisados, contando com as ilhas da Madeira e dos Açores, com os maiores aumentos a terem lugar no Porto (4,6%), Castelo Branco (4%) e Madeira (3,7%). No caso de Lisboa, a subida foi de 2,2%. Por outro lado, os preços desceram na Terceira (-6,1%), em Leiria (-5,9%) e no Pico (-4,1%).
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Fonte: Jornal de Madeira

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